Não tem como falar em desenvolvimento econômico e economia mundial antes de falar de seres humanos. Não há como considerar a importância do aumento do lucro e crescimento econômico ignorando as condições de vida das pessoas do mundo todo. Desde quando status financeiros são mais importantes que COMER, ou VIVER decentemente?
O que me importa um PIB quando tem um monte de criança na rua, sem família, sem abrigo e sem proteção, entrando pro mundo do crime, sendo apenas notadas pelos seus atos que, na verdade, são consequência de todo um processo de marginalização e cegueira da sociedade?
Como diabos alguém vai querer dizer que todos temos as mesmas oportunidades, e que "basta trabalhar mais" para crescer na vida, se nossos próprios tênis foram feitos por uma criança que ganha menos de 30 dólares por mês, trabalhando em condições desumanas? Olhe para você.
Me desculpa você que discorda, mas eu não vejo felicidade nas ruas. Eu vejo insegurança, pressa, medo, mais pressa, um carro que me derruba da minha moto porque o trânsito (DE IJUÍ) ta ficando caótico, e no fundo, bem no fundo, um desejo por felicidade, que parece ficar cada vez mais distante de todos nós. Mas é claro que vai ter alguém pra dizer que tem um jeitinho de conseguir a felicidade: comprando aquele carro novo pra olharem com inveja pra você, ou aquele apartamento maior.
Olhe ao seu redor, olhe o que você tem. Você precisa de tudo isso?
Não. Realmente esse não é o sistema nem a vida que eu quero.
Boa leitura
Gut zu lesen
Хорошо читать
Good read
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Хорошо читать
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Labi lasīt
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Fim da infância?
Algo que eu venho pensando faz tempo: A infância está acabando aos poucos e muitos pais acabam por acelerar esse processo. Seria esse o processo que marca o fim da infância?
É claro que não é exclusividade dos pais a culpa disso se você notar o meio em que estão inseridas essas crianças. A banalização de muitos valores vem desconstruindo a imagem da criança, e principalmente das meninas. Essas agora se tornaram em "novinhas". O empobrecimento cultural pelo qual o país está passando é um dos vilões, como a "industria cultural" que produz esse nicho cultural.
Temos várias musicas que mostram isso, como aquela infelicidade de "dom dom dom boquete bom". É sério que isso toca por aí? É sério que o miserável que tem uma filha coloca essa musica no carro a todo volume pra passear e mostrar sua virilidade? Se é sério tudo isso, é sério também, que a menina criança vai estar dançando essa porcaria com a maior naturalidade. Tudo na maior naturalidade... TUDO.
É claro que não é exclusividade dos pais a culpa disso se você notar o meio em que estão inseridas essas crianças. A banalização de muitos valores vem desconstruindo a imagem da criança, e principalmente das meninas. Essas agora se tornaram em "novinhas". O empobrecimento cultural pelo qual o país está passando é um dos vilões, como a "industria cultural" que produz esse nicho cultural.
Temos várias musicas que mostram isso, como aquela infelicidade de "dom dom dom boquete bom". É sério que isso toca por aí? É sério que o miserável que tem uma filha coloca essa musica no carro a todo volume pra passear e mostrar sua virilidade? Se é sério tudo isso, é sério também, que a menina criança vai estar dançando essa porcaria com a maior naturalidade. Tudo na maior naturalidade... TUDO.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Direita raivosa
Parece que a crítica feita à esquerda, fazendo alusão ao ódio, violência e afins, hoje está na direita.
É a impressão que eu estou tendo frente ao que estou vendo e vivendo ultimamente.
Gregorio Duvivier, o PTista cadeirante, os Médicos de Cuba, Eu.... Quem mais vai ser mandado "DE VOLTA" para qualquer país de esquerda, sem nunca ter vivido lá? Parece que a direita raivosa tenta eliminar a oposição, justamente como criticam os regimes falhos de esquerda como houve na URSS.Constantemente somos "convidados a nos retirar" do nosso país.
É a ignorância e intolerância, que como eu falei há dias, parece estar muito mais presente do lado da direita (incluindo o anti petismo) do que relacionado a esquerda (não estou dizendo que algum dos "lados" está isento de críticas).
É a impressão que eu estou tendo frente ao que estou vendo e vivendo ultimamente.
Gregorio Duvivier, o PTista cadeirante, os Médicos de Cuba, Eu.... Quem mais vai ser mandado "DE VOLTA" para qualquer país de esquerda, sem nunca ter vivido lá? Parece que a direita raivosa tenta eliminar a oposição, justamente como criticam os regimes falhos de esquerda como houve na URSS.Constantemente somos "convidados a nos retirar" do nosso país.
É a ignorância e intolerância, que como eu falei há dias, parece estar muito mais presente do lado da direita (incluindo o anti petismo) do que relacionado a esquerda (não estou dizendo que algum dos "lados" está isento de críticas).
Tempos estranhos.
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
Revolução Francesa - Prólogo (vídeo)
Videozinho que pode servir de prólogo ou introdução para aulas de Revolução Francesa.
terça-feira, 22 de julho de 2014
Professores sem motivação: Isso pode ser contagiante.
Sinceramente eu não sei o que pensar, nem o que sentir. A cada dia que busco inovar minha motivação e o sentido de educar, me deparo com um gigantesco muro de desanimo e pessimismo.
Esse muro é constituído pelos professores - ou a maioria deles - que se recusam a educar. Se recusam a educar-se, se recusam a aprender e a estudar; se recusam a buscar soluções e se recusam a aprender. Reclamar é uma arte para essa camada de pessimistas. É sempre a mesma discussão em torno de algo muito longe do centro da questão.
Na verdade podem discutir o que quiserem, pois não apresentam sinais de vida. São múmias. São mortos como educadores, que esqueceram-se do "caixote". Dessa forma remam contra a maré de grandes novidades, pois essas são muito estranhas para a mente medieval assimilar. É como se tivessem presos à Idade das Trevas, sem vontade de libertar-se.
Quando criticam as mudanças que estão sendo propostas para a educação - e a forma como o fazem - nos parece que tudo está perfeitamente no seu lugar, e que a educação não enfrenta nenhum problema. Soa como se do passado até o presente momento a educação tivesse acertado em tudo. Quando me deparo com essa série de duras críticas (abstratas), o "Antigo Regime" parece-me tão agradável, que eu quase acredito nessa baboseira toda, se não fosse, é claro, a arte de reclamar, que surge novamente. Criticam tanto o "novo" que se esquecem que o "velho" encontra-se fuzilado de críticas.
Pois bem. Independente da opinião de cada um sobre como as coisas devem acontecer, eu só tenho a dizer o seguinte para essas pessoas (não incluo, de forma alguma, todos os professores, bem como não incluo somente professores): Vocês me causam repulsa. Vocês acabam com o sonho de qualquer um. Vocês são profissionais em fazer um professor iniciante abandonar suas convicções e tornar-se mais um de vocês; poderiam muito bem fazer com que boa parte de nós - e já não existem tantos assim - desistisse da educação, logo no início da carreira e fosse fazer qualquer outra coisa da vida.
É SÉRIO. Vocês desanimam qualquer um com esse pessimismo emplacante. Parem de reclamar. Isso acaba com qualquer um, e afoga o entusiasmo de nós, jovens educadores, num mar de tristeza. Eu posso não estar certo no resto de minhas colocações, mas nisso estou certo, pois se trata do que eu sinto, pois se trata da posição na qual me encontro.
Também gostaria de acrescentar a isso minha tremenda satisfação em me constituir como docente exatamente no oposto de vocês.
Me constituindo na diferença, eu posso não saber muito bem para onde ir, mas não repetirei os erros dos outros e poderei ter certeza de alguns caminhos que não devo trilhar.
É com orgulho que eu digo que sinto amor pelo que faço. Meus alunos me completam e a sala de aula continua sendo um lugar onde me sinto bem.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Críticos de "feicebuque"
Há uns 4 anos atrás eu escrevi um texto (bem escrito, pode-se dizer), defendendo e incitando o direito de opinião das pessoas. De fato eu sou um defensor do pensamento crítico, e da crítica propriamente dita. Sem a crítica tudo cai num mar de trevas.
Porém, ultimamente, ando incomodado com o rumo que a crítica está tomando.
Sendo popularizada, - com muita gente querendo opinar sobre tudo, expressando suas ideias (fator positivo) - a crítica nas redes sociais acabou inserindo-se em uma via de mão única, rodeada por ignorância e totalmente perdida, por falta de fundamento (fator terrivelmente negativo).
Todos opinam e criticam; pouquíssimos sabem do que estão falando, e INCLUSIVE dentro desse grupo, muitíssima é a falta de porquês para tamanha insistência em ridicularizar, reclamar, ofender e protestar.
Parece que todos estudaram um monte; parece que todos tem um motivo enorme; parece que todos viraram especialistas em política,partidos, futebol, trânsito e rodoviárias...
O pior de tudo é perceber que chega-se perto do ZERO o número de pessoas que criticam com argumentos, preparados e dispostos a receber uma contra-crítica.
Acho que o tempo muda a cabeça das pessoas.
Porém, ultimamente, ando incomodado com o rumo que a crítica está tomando.
Sendo popularizada, - com muita gente querendo opinar sobre tudo, expressando suas ideias (fator positivo) - a crítica nas redes sociais acabou inserindo-se em uma via de mão única, rodeada por ignorância e totalmente perdida, por falta de fundamento (fator terrivelmente negativo).
Todos opinam e criticam; pouquíssimos sabem do que estão falando, e INCLUSIVE dentro desse grupo, muitíssima é a falta de porquês para tamanha insistência em ridicularizar, reclamar, ofender e protestar.
Parece que todos estudaram um monte; parece que todos tem um motivo enorme; parece que todos viraram especialistas em política,partidos, futebol, trânsito e rodoviárias...
O pior de tudo é perceber que chega-se perto do ZERO o número de pessoas que criticam com argumentos, preparados e dispostos a receber uma contra-crítica.
Acho que o tempo muda a cabeça das pessoas.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Da peste ao absolutismo
Uma compilação com imagens,vídeos e uma ótima trilha sonora, ilustrando elementos da Baixa Idade Média (Peste Negra, Cruzadas, Guerras Medievais), Renascimento (descobertas, urbanismo, navegações) e Absolutismo.
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Renascimento
terça-feira, 6 de maio de 2014
Informe-se
Olá
pessoal. Tudo bem? Eu venho por meio desse escrito simples, porém cheio de boa
intenção, tentar mostrar a “verdadeira” (ao menos eu acredito) face de alguns
auxílios que estão sendo muito comentados nas redes sociais. Eu não sou ingênuo
nem pretensioso de pensar que essa é a única realidade, visto que, não existem
verdades absolutas.
Eu
perdi alguns minutinhos de uma tarde, pesquisando de fato, sobre o Auxílio
Reclusão e o Bolsa Família, para me informar melhor e para, quem sabe, desfazer
alguns equívocos. Enfim, eu fiz o que muita gente tem PREGUIÇA de fazer. Eu fiz
o que muitos deveriam fazer, antes de sair espalhando e reproduzindo posts
cheios de inverdades. Eu fiz isso porque cansei de ler bobagem que não condiz
com a realidade, e sintetizei algumas informações logo abaixo.
Agradeço
sinceramente ao seu tempo dedicado à leitura das mesmas. Caso você, caro
usuário do facebook queira me xingar, estarei disponível via chat. Obrigado
mais uma vez!
Auxílio Reclusão – Esse auxílio NÃO É PAGO para o
presidiário e sim para sua família (dependentes) que fica a mercê da sorte, sem
ter, muitas vezes, uma forma viável para se sustentar. Aquela frase conhecida:
“pra que trabalhar se posso ser bandido e receber mais que um salário?” é meio
ridícula se for pensar direito. Comentário idiota, típico de quem não tem
instrução e adora cair matando em cima das classes menos favorecidas. Não é
assim que funciona, já que ele não recebe nada no fim das contas.
O
presidiário cometeu o crime, não seus filhos, por exemplo. Quem vai cuidar da
família dele? Ele, certamente não. Além disso, para que seja pago esse auxílio
reclusão, o detento não pode estar recebendo nenhum outro auxílio (Doença,
aposentadoria) e deve estar em dia com a contribuição à Previdência Social. Ou
seja, só quem recebe, são os dependentes do detento que está em dia com a
previdência e não recebe mais nenhum auxílio, de forma com que não passem
necessidades durante o período em que esse não poderá trabalhar. Presidiário em
condicional também não recebe.
Aquele
presidiário “vagabundo”, portanto, que não trabalhava; que não contribuía com a
previdência; que era de fato, um bandido, às margens da sociedade, não teria
direito ao auxílio.
Bolsa Família – “Bolsa Família”, ou “Bolsa
Esmola” é o principal alvo daquela camada que não precisa da tal esmola. Esse auxílio tem sido alvo de críticas a
muito tempo, geralmente de uma classe mais abastada. O problema é que
ultimamente, por falta de instrução, até mesmo pessoas que passam, ou passaram
dificuldades, estão massacrando com críticas injustas esse tipo de programa,
reproduzindo um discurso oriundo de outra classe social. Algo está errado.
Porém
sabemos que no Brasil existem famílias de extrema pobreza, passando fome e
sofrendo de inúmeras dificuldades. Através do Bolsa Família Milhões de famílias
estão sendo atendidas com complementação
de renda que vai de R$ 70,00 a no máximo R$ 306,06 por família. A classe
miserável está sendo extinta aos poucos, graças a um longo processo que vem
sendo realizado com sucesso.
O
principal comentário que se escuta por aí é: “com esse bolsa família ninguém
quer trabalhar”. Genial não? Não: Uma família que recebe MENOS DE 70 REAIS
mensais (SIM, isso é miséria) e possui 2 filhos, acaba recebendo 134 REAIS
MENSAIS. Agora voltemos para a realidade para pensar um pouquinho: Será que
vale realmente a pena deixar de trabalhar para ganhar esse valor? Vale a pena?
Comparando o salário mínimo com o bolsa família, como muitos fazem. É meio
complicado não?
Mesmo
assim há uma grande parcela da população que continua reclamando dos auxílios,
sem perceber o real objetivo disso. Só o Programa Bolsa Família teria
contribuído com 20% da redução da “classe miserável” no Brasil, dos anos 90
para cá. Outro sério problema no país, que diz respeito à educação, é a baixa
taxa de acesso e permanência do aluno na escola. Com o sistema do bolsa
família, a família é obrigada a manter seus filhos na escola.
São
pequenos passos, que aos poucos começam a mostrar resultados. Você pode
discordar da maneira como isso está sendo feito, você pode achar injusto. Ok.
Você só não pode é continuar fazendo esse papel de massa ignorante que reproduz
tudo que ouve sem buscar instrução. O que o governo vem fazendo, de maneira
certa, ou não, é tentar lidar com os problemas sociais que foram se acumulando
há anos atrás. Vale lembrar também dos responsáveis por boa parte desses. Bem
era isso.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Apressados momentos do tempo de hoje
Esse é o tempo em que vivemos. Não mais o mesmo tempo de antes, não mais linear, nem mesmo cíclico. Ao contrário de um traçado contínuo, nossas vidas vem e vão sobre um tempo pontilhado, que passam tão rápido por nós, cada um desses pontos, como se fosse um borrão.
"... a vida "agorista" tende a ser "apressada". A oportunidade que cada ponto pode conter vai segui-lo até o túmulo; para aquela oportunidade única não haverá "segunda chance".[...] A demora é o serial killer das oportunidades". (Zygmunt Bauman)
Antes se tratava de satisfação de necessidades; agora vivemos sob o ímpeto consumista de "adquirir e juntar", "descartar e substituir".
O consumo sempre esteve presente na história da humanidade, ele é essencial mesmo para nossa sobrevivência, porém algo mudou: A nossa vida está para o consumo, o que o consumo está para nossa vida.
"Na sociedade de produtores, a advertência que provavelmente se ouvia depois de um falso começo ou uma tentativa fracassada era "tente outra vez...", mas não na sociedade de consumidores. Aqui as ferramentas que falharam devem ser abandonadas, e não afiadas para serem utilizadas de novo..."
(Bauman)
Dessa vez devemos nos apressar, pois essa oportunidade já se foi. Vamos deixar pra trás e tentar algo novo. E isso, meu amigo, se aplica a tudo. Tudo agora é obsoleto, pois foi criado para assim ser. Tudo é descartável. Acostume-se com isso.
"Assim, quando os objetos dos desejos de ontem e os antigos investimentos da esperança quebram a promessa e deixam de proporcionar a esperada satisfação instantânea e completa, eles devem ser abandonados - junto com os relacionamentos que proporcionara um "bang" não tão "big" quanto se esperava."
(Bauman)
"... a vida "agorista" tende a ser "apressada". A oportunidade que cada ponto pode conter vai segui-lo até o túmulo; para aquela oportunidade única não haverá "segunda chance".[...] A demora é o serial killer das oportunidades". (Zygmunt Bauman)
Antes se tratava de satisfação de necessidades; agora vivemos sob o ímpeto consumista de "adquirir e juntar", "descartar e substituir".
O consumo sempre esteve presente na história da humanidade, ele é essencial mesmo para nossa sobrevivência, porém algo mudou: A nossa vida está para o consumo, o que o consumo está para nossa vida.
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| Imagem disponível em: http://matheusilustra.blogspot.com.br/2011_07_01_archive.html |
"Na sociedade de produtores, a advertência que provavelmente se ouvia depois de um falso começo ou uma tentativa fracassada era "tente outra vez...", mas não na sociedade de consumidores. Aqui as ferramentas que falharam devem ser abandonadas, e não afiadas para serem utilizadas de novo..."
(Bauman)
Dessa vez devemos nos apressar, pois essa oportunidade já se foi. Vamos deixar pra trás e tentar algo novo. E isso, meu amigo, se aplica a tudo. Tudo agora é obsoleto, pois foi criado para assim ser. Tudo é descartável. Acostume-se com isso.
"Assim, quando os objetos dos desejos de ontem e os antigos investimentos da esperança quebram a promessa e deixam de proporcionar a esperada satisfação instantânea e completa, eles devem ser abandonados - junto com os relacionamentos que proporcionara um "bang" não tão "big" quanto se esperava."
(Bauman)
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
História do Brasil - Parte 02
História do Brasil por Bóris Fausto, segunda parte, sobre o Império e a queda desse.
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