É complicado. O ser humano a passos lentos foi largando a barbárie rumo a um processo civilizatório. Passamos por períodos terríveis, ditaduras, e muitos lutaram e morreram pra garantir direitos, até mesmo para umas antas dessas.
É característico dos entusiastas da ditadura flertarem com violência e banalizarem a morte, e até mesmo é justificado o desejo de entregar o governo e as decisões para um ditador, ou um único grupo, pois quem nunca participou das decisões democráticas do país não sentiria falta das mesmas se esse direito lhes for tomado. É até um favor pra essa gentalha, pois aí não precisariam deliberar e participar de fato. É uma responsabilidade a menos.
É uma pena que vemos dessas cenas. Creio que no caso de um novo golpe - o que acho que não combina com a estrutura social internacional atual - é claro que a resistência se fará presente. Tolo aquele que pensa que deixaremos fascistas tomarem conta das decisões políticas, da juventude, da cultura, e da educação.
Em direito adquirido não se toca, e com a democracia não é diferente.
Boa leitura
Gut zu lesen
Хорошо читать
Good read
Gut zu lesen
Хорошо читать
Good read
Labi lasīt
terça-feira, 8 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Viver ou sobreviver? Qual o sentido da vida?
Quando foi que viver deixou de ser indispensável e o objetivo de nossa vida?
Esperamos com uma inquietação angustiante que a semana termine;
Aguardamos com pavor terrível a segunda feira;
Tudo sinal de que levamos uma vida miserável objetivando sempre o momento de escape e uma fuga que desejamos ser eterna.
Se você se identifica com isso, cuidado! Há indícios de que não está vivendo sua vida, apenas sobrevivendo. Isso não me parece nada com felicidade.
Esperamos com uma inquietação angustiante que a semana termine;
Aguardamos com pavor terrível a segunda feira;
Tudo sinal de que levamos uma vida miserável objetivando sempre o momento de escape e uma fuga que desejamos ser eterna.
Se você se identifica com isso, cuidado! Há indícios de que não está vivendo sua vida, apenas sobrevivendo. Isso não me parece nada com felicidade.
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terça-feira, 21 de julho de 2015
Opinião e direito
Um dos grandes problemas que envolvem as pessoas e suas relações atuais giram em torno do que muitos chamam de "opinião";
Muitos chamarem de opinião não significa que isso é uma opinião de fato.
Outro dos grandes problemas gira em torno do que chamam de "direito".
Novamente, chamar de "direito" e reivindicar um aspecto legal para tal elemento não o faz de fato um "direito".
Eu posso chamar você de sapo, coelho, sapoelho. Posso inventar o que eu quiser, mas mentir pra si mesmo é algo realmente triste. Isso não vai fazer de você um sapo, nem um coelho.
As pessoas, com o advento da sociedade pós moderna, da internet e das redes sociais, parecem compelidas a terem uma opinião, mesmo quando não possuem.
Se você está cercado por uma cultura que despeja opinião através de imagens e postagens contundentes o tempo todo, e não possui uma opinião formada, o que deveria fazer? Os mais espertos e apressados diriam: buscar informação; buscar embasamento teórico para entender do que se trata toda a discussão, ou o cenário em questão. Parece óbvio, mas a resposta parece ter se tornado outra:"Se não tenho uma opinião formada, eu escolho uma que mais me agrade e afirmo ela com muita convicção." Parece que é isso que anda acontecendo.
Outro problema, no tocante a opinião, é que esse termo começou a servir como manto, para cobrir preconceito e ódio dos mais variados tipos. Como, felizmente, tornou-se feio ser uma pessoa preconceituosa, as pessoas não podem se auto afirmar como preconceituosas, e escondem esse preconceito atrás de suas "opiniões". Atitudes como apoiar figuras machistas, fascistas, homofóbicas, passou a ser opinião. Jair Bolsonaro é um exemplo. O ídolo dos cabeça ocas. O chamado "Bolsomito". Sério? Bolsomito? Só pode ser um mito mesmo pra ser tão irracional.
Eu imagino que seria mais fácil lutar contra o preconceito se as pessoas parassem de frescura e afirmassem de uma vez: "sim, eu não gosto de preto, pobre, gay...". Mas o que temos é algo do tipo: "Não tenho nada contra negros, mas faço piadas racistas o tempo todo. É só uma brincadeira; nada contra os pobres, só não ajudo eles e tenho raiva de políticas públicas que ajudem, afinal, pobre tem que continuar pobre. Não da pra ajudar vagabundo; nada contra gays, contanto que não sejam gays perto de minha pessoa. Até conheço uns gays que nem parecem gays." Sério... Essas pessoas realmente acreditam que não possuem preconceitos?
Ligado a isso também noto um problema quando fala-se em direito. O negro, historicamente, lutou por direitos iguais, para ser tratado como gente normal, por não ser chicoteado, por liberdade, por frequentar os mesmos espaços, para se casar com quem quisesse, daí vem o escravista e diz (com as mãos para o alto, cheio de ódio): "eu tenho direito de ser contra a liberdade dos negros e contra eles.". Não amigo, tu não tem direito contra o direito de liberdade e felicidade dos outros. Isso é canalhice, direito é outra coisa.
O homossexual lutou e ainda luta por direitos iguais, para ser tratado como gente normal, para não ser agredido na rua, por liberdade, por frequentar os mesmos espaços, aí vem o homofóbico (com as mãos na cabeça, indignado) e diz: "é meu direito de não apoiar, de ser contra.". Não amigo, você é preconceituoso por demais. Não existe esse direito contra o direito de liberdade e felicidade dos outros.
Veja bem, estamos falando de ser humano. Qual é a dificuldade da nossa espécie em aceitar outros da própria espécie? O ser humano não é o supremo ser racional? Que racionalidade é essa? Cara, para de tentar reivindicar um direito de ser contra as pessoas. Essa tua suposta "opinião", bem como o tal do "direito" que tu acha que tem, oprime, exclui e mata. Todos os dias.
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Abaixo a corrupção!
Algumas imagens com termos usados como desculpa para
corrupções entendidas, geralmente, como "dar um jeitinho". O famoso "jeitinho brasileiro" vaga entre um pedido de favor e a corrupção. Não há uma delimitação clara, e por isso, devemos vigiar nossas noções de ética e moral. É muito fácil você pedir um jeitinho, ou um furo na fila, e logo em seguida estar corrompendo ou sendo corrompido.
Como deixar o carro estacionado em vaga de idoso ou de portador de necessidades especiais e deficiência física. Não importa se é bem rapidinho. Ele não vai achar outro lugar para estacionar se todos ocuparem suas vagas, por mais que seja "rapidinho".

Bem, se tem coisa "muito pior" e esse é seu argumento para poder errar, presume-se que o limite para seus erros seja esse "muito pior". Como se o "muito pior" delimitasse até onde você pode ser sacana com as pessoas. Logo você bem próximo a isso e não se distinguirá mais de criminosos e maiores infratores.

É exatamente nesse momento que você se define. Tu não precisa mostrar que está fazendo a coisa certa, você apenas a faz. Pronto. Ou espera um abraço, um tapinha nas costas e uma reportagem na TV, para cada boa ação? As coisas não funciona assim meu amigo.

A velha e falsa sensação de que os outros devem começar as coisas para você. Se tu pensa assim, tu é folgado. Simples. Levanta e começa a fazer!

Bueno. Serviria de desculpa para a Alemanha nazista por exemplo. O povo curtiu a ideia e "todo mundo" colaborou, independente das condições. Não quer dizer que era bom ser um nazista canalha.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Questão de prioridades
Há
algum tempo andei por refletir mais profundamente sobre as prioridades que dominam o homem. Isso mesmo. Não é o
homem que possui prioridades, mas sim são essas quem possuem o homem e, por
conseguinte determinam suas ações em sociedade. Sendo assim, penso que esse
grande embate entre direita e esquerda, capitalismo e socialismo/comunismo, não
passa de uma grande questão de prioridades.
Um
caso que demonstra a questão da prioridade ou, no mínimo, levanta essa para
reflexão é uma comparação existente entre uma capa da revista Veja de 1998 e uma Isto É de 2015. Não estou aqui a fazer críticas às revistas, apesar
de haver muitas a serem feitas. O foco continua sendo a questão de
prioridades. A primeira capa anuncia uma
crise destacando a miséria como o “grande desafio do Brasil”, seguido da
seguinte frase: “a pobreza extrema de 23 milhões de brasileiros é uma tragédia
que não pode mais ser ignorada”. A meu ver, nos últimos quatorze anos, a
pobreza extrema não foi ignorada, tanto que os números podem nos mostrar o
salto qualitativo que houve referente a fome e a essa pobreza no nosso país.
Como
todos sabem, é um período que coincido com o governo PT. Não estou defendendo o
PT, para deixar claro aos mais radicais que possam a vir me criticar por pensar
isso, mas é inegável suas ações referentes ao conceito de ascensão social.
Levando em consideração a questão de prioridades, e que a miséria não poderia mais ser ignorada, creio que o PT foi a melhor
escolha desde o governo Lula até o momento. Novamente ressalto que não estou
defendendo e apoiando as ações atuais do governo, pois me decepcionei muito
mais do que pensei que poderia.
Continuando
com a comparação, temos a capa da Isto É
de 2015 apresentando o seguinte título: O Sufoco da Classe Média, seguido pelos
supostos problemas que essa enfrenta: “escola, supermercado, gasolina e
refeição fora de casa”. Refeição fora de casa! “Credo que desgosto do Brasil”,
diriam os críticos mais reacionários (supondo que atingissem esse grau de
sutileza). Novamente devemos nos orientar pela questão de prioridades ao pensar
se estamos avançando ou retrocedendo. Há quem diga que prefere poder ter um vídeo-game de ultima
geração, ou um carro do ano a haver alternativas ao problema da fome e da
miséria que atinge, ainda, muitas pessoas. Nada contra os vídeo-games, pois
quem me conhece sabe que gosto muito, mas eu, sinceramente, prefiro não ter entretenimentos
do tipo, se a custo disso mais pessoas estarão dormindo sob um teto com
alimento em suas mesas. É questão de saber o que é prioritário para uma nação;
para a humanidade.
Há
quem diga que Cuba é um país pobre. Questão de prioridade, novamente. Uma nação
com a educação reconhecida recentemente como uma das melhores do mundo pelo
Banco Mundial não me soa como pobre. Uma educação que não é pautada no lucro
compulsório e sim num senso comunitário, transcendendo a lógica do mercado me
parece bem evoluída. Um exemplo de que Cuba não é o que muitos insistem em
pregar, é a medicina, que não é conhecida apenas pela qualidade, mas pela
amplitude de cobertura, agindo numa lógica de medicina preventiva e com
atendimento familiar. Mesmo após a “exportação” de mais de 30 mil médicos para
69 países, Cuba conta com uma média de 67,2 médicos para cada 10 mil
habitantes, a melhor média do mundo. O mais interessante é que desde cedo os
médicos cubanos são ensinados que sua missão é salvar vidas e não vender
serviços. São sempre os primeiros a oferecer ajuda a outros países frente a
catástrofes (inclusive aos EUA, no caso do furacão Katrina. Esses não aceitaram
a ajuda) e epidemias (recentemente contra o vírus do Ebola).
Outro
ponto interessante a destacar é a mortalidade infantil, que em 1990 era de 11 a
cada mil; em 2000 caiu para 6 por mil. Hoje é de menos de 5 por mil,
“ostentando” uma média melhor do que os Estados Unidos segundo a ONU e muito melhor do que a média da América
Latina. Nação pobre? Não. Questão de prioridades.
É
comum no Brasil ouvir críticas a situação atual da saúde e da educação, visto
que são pontos importantíssimos para uma sociedade e parâmetros fundamentais
para medir a o desenvolvimento e emancipação de uma nação. No entanto não há e
nunca houve espaços para uma lógica diferente senão a lógica do mercado, do
lucro e da concorrência. Quando Jango tentou sugerir que o país trilhasse um
caminho pautado em justiça social e numa sociedade organizada de forma mais
igualitária e racional, os militares tomaram conta (e o golpe não foi apenas de
dentro). Sabemos o que representou esse período para a democracia e para a
soberania do povo.
Com
isso, apenas quero dizer que o senso comunitário das pessoas está desgastado ou
nem existe, e que se não substituirmos essa cultura mercantilista que permeia o
âmbito da educação, da saúde, e até mesmo da economia, estaremos a andar pelo
caminho errado. Professor não vende educação; seus alunos não são clientes, são
sujeitos que devem ser educados com uma responsabilidade social, aptos ao
trabalho e a cidadania, tal como consta na lei. Médicos e enfermeiras não vendem
saúde e serviços médicos. Seguindo a ideia de David Marquand, ao forçar esse
tipo de relação na direção da lógica neoliberal, como se tudo fosse um grande
comércio, acabamos por degradar as instituições responsáveis pela cidadania. A
ética se esvai e só conseguimos pensar na lógica do dinheiro.
O
que eu quero dizer é que tudo é questão de prioridade, e isso, meu amigo, lá no
fundo pode definir seu caráter, queira ou não.
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segunda-feira, 6 de julho de 2015
Partidos políticos nos movimentos?


A falsa ideia de que a ausência de partidos políticos em movimentos sociais é democracia pura, ou intervenção da população na política já nos trouxe um cenário bem desagradável no passado. Novamente quando acontece o semelhante, a história se encaminha para o mesmo lado. É o primeiro passo para a desorganização, seguida de ódio, caos, bagunça, violência gratuita e então uma desculpa perfeita para a intervenção. Cuidado: partido não deve ser o princípio da luta, mas a luta sem o partido torna-se irracional.
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Democracia e intervenção
“O grande problema do nosso
sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas
democraticamente;”
José Saramago, El Correo de Andalucía, Sevilla, 11 de Março
de 2003;
Democracia
e intervenção. São assuntos sérios a se discutir nesse momento histórico pelo
qual o país está passando; nesse momento onde todos resolveram exercer o papel
de cidadão e levantar de suas poltronas que já não os aguentavam mais. Simplesmente
parece que o povo ficou um tanto quanto empolgado com aquelas frases como: “O
gigante acordou”, ou sensibilizados com o convite “Vem pra rua” após as
manifestações de 2013. Empolgados a ponto de exacerbar seus direitos que
repousavam por anos e sensibilizados a ponto de correr às ruas, desesperados,
vomitando suas mágoas e seu mal-estar social, que aflige o brasileiro há muito
tempo.
Surpreende
ao mesmo tempo em que emociona ver uma nação unida, saindo às ruas, gritando em
uníssono e enfrentando quem se puser no caminho de sua luta e de seus direitos
democráticos, porém assusta e oprime compreender o rumo que essas manifestações
tomaram após as últimas eleições. A internet e as redes sociais nos mostram,
com diversos exemplos, a contradição que transitou nesse domingo do dia 15 de
março.
Não
foram poucos os casos em que militantes de esquerda foram hostilizados, mesmo
querendo fazer sua crítica ao governo. Tampouco os casos de bandeiras
representando e fazendo apologia ao nazismo. Enquanto o povo fazia sua
manifestação apoiando-se na democracia e no direito para tal, uma parcela
considerável pedia intervenção militar, “socorro ao exército”, e a volta da
ditadura. Frente a isso, as conclusões e resultados não podem ser positivos.
É
compreensível que o cidadão esteja farto da situação política do país. O povo
já criou um estereótipo sobre o “político” que permeia o senso comum. Essa
visão acerca do político – às vezes precipitada – carrega consigo as angústias
do povo quanto ao roubo, corrupção, descaso e até desdém daqueles
representantes eleitos. Ou seja, há um mal-estar social quase que generalizado
sobre o brasileiro. O grande problema aparece no momento em que essas
manifestações expressam um ódio que há muito tempo não era visto na sociedade;
um ódio partidário; um ódio que oprime e exclui.
É incabível em nossa
sociedade atual utilizar a democracia para atentar contra a própria. Para tudo
há um limite. Para quem vive em sociedade, em um Estado democrático, não é
diferente. Nas teorias de Estado mais primordiais consta, a grosso modo, que
nesse momento de equilíbrio e de mediação que é o Estado, há a colaboração de
todos para um bem maior; que todo o cidadão sai de seu “estado de selvagem”
para um estado civilizado no momento em que deposita e abre mão de uma parte de
seus direitos e de sua liberdade para conviver em um todo harmônico.
Democracia não significa
ausência de leis, nem de limites. O cidadão deve agir de acordo com o sistema
que defende, para assim poder defendê-lo. No caso: a democracia. O que falta é
a capacidade do povo de intervir na política do país e criar esse hábito. Não
esperar o mal-estar social se generalizar e pedir intervenção militar. É o
cidadão que deve intervir dentro de um Estado democrático, para que haja então,
uma verdadeira democracia, e não uma plutocracia.
.
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terça-feira, 3 de março de 2015
Com que roupa eu vou (para o Impeachment)?
A fim de auxiliar o pessoal que está promovendo o ato pelo impeachment da presidenta, eu selecionei algumas opções de uniformes para serem usadas no dia do ato.
Espero ter ajudado.
OBS: alinhei as imagens à direita.
Espero ter ajudado.
OBS: alinhei as imagens à direita.
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Direita raivosa #2
Na nossa cidade também notamos pessoas sem esclarecimento expressando seu ódio através de um jato de asneiras sem fundamento teórico algum.
Meu bom rapaz João Albrecht, não lhe conheço e quem sabe você seja até uma boa pessoa, porém dentro da esfera política, aconselho que você vá estudar um pouco.
Para começar leia isso: UJS é diferente de PT. UJS não é PT. PT não é UJS.
Lutamos pela juventude e por alguns direitos básicos que não devem faltar a ninguém dentro da sociedade. Nem mesmo a você, sujeito mal educado e agressivo.
Não fique irritado se você não consegue entender a militância, ou um simples ato de rua. Você foi condicionado a ser assim. Coxinha ignorante não entende nada disso mesmo. É normal.
OBS: Quem "controla", digamos assim, a situação do hospital, não somos nós da UJS (e nem o PT, até porque somos diferentes. Lembra da primeira lição?);
não estávamos distribuindo material;
Com "tinha que tomo um corridao" entendo que você queira dizer que deveriam nos tirar o direito a nos expressar em manifestação pacífica. Isso? pois bem... Não. Esqueça, e pare com essa bobageira tchê. Pega mal.
Meu bom rapaz João Albrecht, não lhe conheço e quem sabe você seja até uma boa pessoa, porém dentro da esfera política, aconselho que você vá estudar um pouco.
Para começar leia isso: UJS é diferente de PT. UJS não é PT. PT não é UJS.
Lutamos pela juventude e por alguns direitos básicos que não devem faltar a ninguém dentro da sociedade. Nem mesmo a você, sujeito mal educado e agressivo.
Não fique irritado se você não consegue entender a militância, ou um simples ato de rua. Você foi condicionado a ser assim. Coxinha ignorante não entende nada disso mesmo. É normal.
OBS: Quem "controla", digamos assim, a situação do hospital, não somos nós da UJS (e nem o PT, até porque somos diferentes. Lembra da primeira lição?);
não estávamos distribuindo material;
Com "tinha que tomo um corridao" entendo que você queira dizer que deveriam nos tirar o direito a nos expressar em manifestação pacífica. Isso? pois bem... Não. Esqueça, e pare com essa bobageira tchê. Pega mal.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Valores
Não tem como falar em desenvolvimento econômico e economia mundial antes de falar de seres humanos. Não há como considerar a importância do aumento do lucro e crescimento econômico ignorando as condições de vida das pessoas do mundo todo. Desde quando status financeiros são mais importantes que COMER, ou VIVER decentemente?
O que me importa um PIB quando tem um monte de criança na rua, sem família, sem abrigo e sem proteção, entrando pro mundo do crime, sendo apenas notadas pelos seus atos que, na verdade, são consequência de todo um processo de marginalização e cegueira da sociedade?
Como diabos alguém vai querer dizer que todos temos as mesmas oportunidades, e que "basta trabalhar mais" para crescer na vida, se nossos próprios tênis foram feitos por uma criança que ganha menos de 30 dólares por mês, trabalhando em condições desumanas? Olhe para você.
Me desculpa você que discorda, mas eu não vejo felicidade nas ruas. Eu vejo insegurança, pressa, medo, mais pressa, um carro que me derruba da minha moto porque o trânsito (DE IJUÍ) ta ficando caótico, e no fundo, bem no fundo, um desejo por felicidade, que parece ficar cada vez mais distante de todos nós. Mas é claro que vai ter alguém pra dizer que tem um jeitinho de conseguir a felicidade: comprando aquele carro novo pra olharem com inveja pra você, ou aquele apartamento maior.
Olhe ao seu redor, olhe o que você tem. Você precisa de tudo isso?
Não. Realmente esse não é o sistema nem a vida que eu quero.
O que me importa um PIB quando tem um monte de criança na rua, sem família, sem abrigo e sem proteção, entrando pro mundo do crime, sendo apenas notadas pelos seus atos que, na verdade, são consequência de todo um processo de marginalização e cegueira da sociedade?
Como diabos alguém vai querer dizer que todos temos as mesmas oportunidades, e que "basta trabalhar mais" para crescer na vida, se nossos próprios tênis foram feitos por uma criança que ganha menos de 30 dólares por mês, trabalhando em condições desumanas? Olhe para você.
Me desculpa você que discorda, mas eu não vejo felicidade nas ruas. Eu vejo insegurança, pressa, medo, mais pressa, um carro que me derruba da minha moto porque o trânsito (DE IJUÍ) ta ficando caótico, e no fundo, bem no fundo, um desejo por felicidade, que parece ficar cada vez mais distante de todos nós. Mas é claro que vai ter alguém pra dizer que tem um jeitinho de conseguir a felicidade: comprando aquele carro novo pra olharem com inveja pra você, ou aquele apartamento maior.
Olhe ao seu redor, olhe o que você tem. Você precisa de tudo isso?
Não. Realmente esse não é o sistema nem a vida que eu quero.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Fim da infância?
Algo que eu venho pensando faz tempo: A infância está acabando aos poucos e muitos pais acabam por acelerar esse processo. Seria esse o processo que marca o fim da infância?
É claro que não é exclusividade dos pais a culpa disso se você notar o meio em que estão inseridas essas crianças. A banalização de muitos valores vem desconstruindo a imagem da criança, e principalmente das meninas. Essas agora se tornaram em "novinhas". O empobrecimento cultural pelo qual o país está passando é um dos vilões, como a "industria cultural" que produz esse nicho cultural.
Temos várias musicas que mostram isso, como aquela infelicidade de "dom dom dom boquete bom". É sério que isso toca por aí? É sério que o miserável que tem uma filha coloca essa musica no carro a todo volume pra passear e mostrar sua virilidade? Se é sério tudo isso, é sério também, que a menina criança vai estar dançando essa porcaria com a maior naturalidade. Tudo na maior naturalidade... TUDO.
É claro que não é exclusividade dos pais a culpa disso se você notar o meio em que estão inseridas essas crianças. A banalização de muitos valores vem desconstruindo a imagem da criança, e principalmente das meninas. Essas agora se tornaram em "novinhas". O empobrecimento cultural pelo qual o país está passando é um dos vilões, como a "industria cultural" que produz esse nicho cultural.
Temos várias musicas que mostram isso, como aquela infelicidade de "dom dom dom boquete bom". É sério que isso toca por aí? É sério que o miserável que tem uma filha coloca essa musica no carro a todo volume pra passear e mostrar sua virilidade? Se é sério tudo isso, é sério também, que a menina criança vai estar dançando essa porcaria com a maior naturalidade. Tudo na maior naturalidade... TUDO.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Direita raivosa
Parece que a crítica feita à esquerda, fazendo alusão ao ódio, violência e afins, hoje está na direita.
É a impressão que eu estou tendo frente ao que estou vendo e vivendo ultimamente.
Gregorio Duvivier, o PTista cadeirante, os Médicos de Cuba, Eu.... Quem mais vai ser mandado "DE VOLTA" para qualquer país de esquerda, sem nunca ter vivido lá? Parece que a direita raivosa tenta eliminar a oposição, justamente como criticam os regimes falhos de esquerda como houve na URSS.Constantemente somos "convidados a nos retirar" do nosso país.
É a ignorância e intolerância, que como eu falei há dias, parece estar muito mais presente do lado da direita (incluindo o anti petismo) do que relacionado a esquerda (não estou dizendo que algum dos "lados" está isento de críticas).
É a impressão que eu estou tendo frente ao que estou vendo e vivendo ultimamente.
Gregorio Duvivier, o PTista cadeirante, os Médicos de Cuba, Eu.... Quem mais vai ser mandado "DE VOLTA" para qualquer país de esquerda, sem nunca ter vivido lá? Parece que a direita raivosa tenta eliminar a oposição, justamente como criticam os regimes falhos de esquerda como houve na URSS.Constantemente somos "convidados a nos retirar" do nosso país.
É a ignorância e intolerância, que como eu falei há dias, parece estar muito mais presente do lado da direita (incluindo o anti petismo) do que relacionado a esquerda (não estou dizendo que algum dos "lados" está isento de críticas).
Tempos estranhos.
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
Revolução Francesa - Prólogo (vídeo)
Videozinho que pode servir de prólogo ou introdução para aulas de Revolução Francesa.
terça-feira, 22 de julho de 2014
Professores sem motivação: Isso pode ser contagiante.
Sinceramente eu não sei o que pensar, nem o que sentir. A cada dia que busco inovar minha motivação e o sentido de educar, me deparo com um gigantesco muro de desanimo e pessimismo.
Esse muro é constituído pelos professores - ou a maioria deles - que se recusam a educar. Se recusam a educar-se, se recusam a aprender e a estudar; se recusam a buscar soluções e se recusam a aprender. Reclamar é uma arte para essa camada de pessimistas. É sempre a mesma discussão em torno de algo muito longe do centro da questão.
Na verdade podem discutir o que quiserem, pois não apresentam sinais de vida. São múmias. São mortos como educadores, que esqueceram-se do "caixote". Dessa forma remam contra a maré de grandes novidades, pois essas são muito estranhas para a mente medieval assimilar. É como se tivessem presos à Idade das Trevas, sem vontade de libertar-se.
Quando criticam as mudanças que estão sendo propostas para a educação - e a forma como o fazem - nos parece que tudo está perfeitamente no seu lugar, e que a educação não enfrenta nenhum problema. Soa como se do passado até o presente momento a educação tivesse acertado em tudo. Quando me deparo com essa série de duras críticas (abstratas), o "Antigo Regime" parece-me tão agradável, que eu quase acredito nessa baboseira toda, se não fosse, é claro, a arte de reclamar, que surge novamente. Criticam tanto o "novo" que se esquecem que o "velho" encontra-se fuzilado de críticas.
Pois bem. Independente da opinião de cada um sobre como as coisas devem acontecer, eu só tenho a dizer o seguinte para essas pessoas (não incluo, de forma alguma, todos os professores, bem como não incluo somente professores): Vocês me causam repulsa. Vocês acabam com o sonho de qualquer um. Vocês são profissionais em fazer um professor iniciante abandonar suas convicções e tornar-se mais um de vocês; poderiam muito bem fazer com que boa parte de nós - e já não existem tantos assim - desistisse da educação, logo no início da carreira e fosse fazer qualquer outra coisa da vida.
É SÉRIO. Vocês desanimam qualquer um com esse pessimismo emplacante. Parem de reclamar. Isso acaba com qualquer um, e afoga o entusiasmo de nós, jovens educadores, num mar de tristeza. Eu posso não estar certo no resto de minhas colocações, mas nisso estou certo, pois se trata do que eu sinto, pois se trata da posição na qual me encontro.
Também gostaria de acrescentar a isso minha tremenda satisfação em me constituir como docente exatamente no oposto de vocês.
Me constituindo na diferença, eu posso não saber muito bem para onde ir, mas não repetirei os erros dos outros e poderei ter certeza de alguns caminhos que não devo trilhar.
É com orgulho que eu digo que sinto amor pelo que faço. Meus alunos me completam e a sala de aula continua sendo um lugar onde me sinto bem.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Críticos de "feicebuque"
Há uns 4 anos atrás eu escrevi um texto (bem escrito, pode-se dizer), defendendo e incitando o direito de opinião das pessoas. De fato eu sou um defensor do pensamento crítico, e da crítica propriamente dita. Sem a crítica tudo cai num mar de trevas.
Porém, ultimamente, ando incomodado com o rumo que a crítica está tomando.
Sendo popularizada, - com muita gente querendo opinar sobre tudo, expressando suas ideias (fator positivo) - a crítica nas redes sociais acabou inserindo-se em uma via de mão única, rodeada por ignorância e totalmente perdida, por falta de fundamento (fator terrivelmente negativo).
Todos opinam e criticam; pouquíssimos sabem do que estão falando, e INCLUSIVE dentro desse grupo, muitíssima é a falta de porquês para tamanha insistência em ridicularizar, reclamar, ofender e protestar.
Parece que todos estudaram um monte; parece que todos tem um motivo enorme; parece que todos viraram especialistas em política,partidos, futebol, trânsito e rodoviárias...
O pior de tudo é perceber que chega-se perto do ZERO o número de pessoas que criticam com argumentos, preparados e dispostos a receber uma contra-crítica.
Acho que o tempo muda a cabeça das pessoas.
Porém, ultimamente, ando incomodado com o rumo que a crítica está tomando.
Sendo popularizada, - com muita gente querendo opinar sobre tudo, expressando suas ideias (fator positivo) - a crítica nas redes sociais acabou inserindo-se em uma via de mão única, rodeada por ignorância e totalmente perdida, por falta de fundamento (fator terrivelmente negativo).
Todos opinam e criticam; pouquíssimos sabem do que estão falando, e INCLUSIVE dentro desse grupo, muitíssima é a falta de porquês para tamanha insistência em ridicularizar, reclamar, ofender e protestar.
Parece que todos estudaram um monte; parece que todos tem um motivo enorme; parece que todos viraram especialistas em política,partidos, futebol, trânsito e rodoviárias...
O pior de tudo é perceber que chega-se perto do ZERO o número de pessoas que criticam com argumentos, preparados e dispostos a receber uma contra-crítica.
Acho que o tempo muda a cabeça das pessoas.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Da peste ao absolutismo
Uma compilação com imagens,vídeos e uma ótima trilha sonora, ilustrando elementos da Baixa Idade Média (Peste Negra, Cruzadas, Guerras Medievais), Renascimento (descobertas, urbanismo, navegações) e Absolutismo.
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Black Death,
Peste Negra,
Renascença,
Renascimento
terça-feira, 6 de maio de 2014
Informe-se
Olá
pessoal. Tudo bem? Eu venho por meio desse escrito simples, porém cheio de boa
intenção, tentar mostrar a “verdadeira” (ao menos eu acredito) face de alguns
auxílios que estão sendo muito comentados nas redes sociais. Eu não sou ingênuo
nem pretensioso de pensar que essa é a única realidade, visto que, não existem
verdades absolutas.
Eu
perdi alguns minutinhos de uma tarde, pesquisando de fato, sobre o Auxílio
Reclusão e o Bolsa Família, para me informar melhor e para, quem sabe, desfazer
alguns equívocos. Enfim, eu fiz o que muita gente tem PREGUIÇA de fazer. Eu fiz
o que muitos deveriam fazer, antes de sair espalhando e reproduzindo posts
cheios de inverdades. Eu fiz isso porque cansei de ler bobagem que não condiz
com a realidade, e sintetizei algumas informações logo abaixo.
Agradeço
sinceramente ao seu tempo dedicado à leitura das mesmas. Caso você, caro
usuário do facebook queira me xingar, estarei disponível via chat. Obrigado
mais uma vez!
Auxílio Reclusão – Esse auxílio NÃO É PAGO para o
presidiário e sim para sua família (dependentes) que fica a mercê da sorte, sem
ter, muitas vezes, uma forma viável para se sustentar. Aquela frase conhecida:
“pra que trabalhar se posso ser bandido e receber mais que um salário?” é meio
ridícula se for pensar direito. Comentário idiota, típico de quem não tem
instrução e adora cair matando em cima das classes menos favorecidas. Não é
assim que funciona, já que ele não recebe nada no fim das contas.
O
presidiário cometeu o crime, não seus filhos, por exemplo. Quem vai cuidar da
família dele? Ele, certamente não. Além disso, para que seja pago esse auxílio
reclusão, o detento não pode estar recebendo nenhum outro auxílio (Doença,
aposentadoria) e deve estar em dia com a contribuição à Previdência Social. Ou
seja, só quem recebe, são os dependentes do detento que está em dia com a
previdência e não recebe mais nenhum auxílio, de forma com que não passem
necessidades durante o período em que esse não poderá trabalhar. Presidiário em
condicional também não recebe.
Aquele
presidiário “vagabundo”, portanto, que não trabalhava; que não contribuía com a
previdência; que era de fato, um bandido, às margens da sociedade, não teria
direito ao auxílio.
Bolsa Família – “Bolsa Família”, ou “Bolsa
Esmola” é o principal alvo daquela camada que não precisa da tal esmola. Esse auxílio tem sido alvo de críticas a
muito tempo, geralmente de uma classe mais abastada. O problema é que
ultimamente, por falta de instrução, até mesmo pessoas que passam, ou passaram
dificuldades, estão massacrando com críticas injustas esse tipo de programa,
reproduzindo um discurso oriundo de outra classe social. Algo está errado.
Porém
sabemos que no Brasil existem famílias de extrema pobreza, passando fome e
sofrendo de inúmeras dificuldades. Através do Bolsa Família Milhões de famílias
estão sendo atendidas com complementação
de renda que vai de R$ 70,00 a no máximo R$ 306,06 por família. A classe
miserável está sendo extinta aos poucos, graças a um longo processo que vem
sendo realizado com sucesso.
O
principal comentário que se escuta por aí é: “com esse bolsa família ninguém
quer trabalhar”. Genial não? Não: Uma família que recebe MENOS DE 70 REAIS
mensais (SIM, isso é miséria) e possui 2 filhos, acaba recebendo 134 REAIS
MENSAIS. Agora voltemos para a realidade para pensar um pouquinho: Será que
vale realmente a pena deixar de trabalhar para ganhar esse valor? Vale a pena?
Comparando o salário mínimo com o bolsa família, como muitos fazem. É meio
complicado não?
Mesmo
assim há uma grande parcela da população que continua reclamando dos auxílios,
sem perceber o real objetivo disso. Só o Programa Bolsa Família teria
contribuído com 20% da redução da “classe miserável” no Brasil, dos anos 90
para cá. Outro sério problema no país, que diz respeito à educação, é a baixa
taxa de acesso e permanência do aluno na escola. Com o sistema do bolsa
família, a família é obrigada a manter seus filhos na escola.
São
pequenos passos, que aos poucos começam a mostrar resultados. Você pode
discordar da maneira como isso está sendo feito, você pode achar injusto. Ok.
Você só não pode é continuar fazendo esse papel de massa ignorante que reproduz
tudo que ouve sem buscar instrução. O que o governo vem fazendo, de maneira
certa, ou não, é tentar lidar com os problemas sociais que foram se acumulando
há anos atrás. Vale lembrar também dos responsáveis por boa parte desses. Bem
era isso.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Apressados momentos do tempo de hoje
Esse é o tempo em que vivemos. Não mais o mesmo tempo de antes, não mais linear, nem mesmo cíclico. Ao contrário de um traçado contínuo, nossas vidas vem e vão sobre um tempo pontilhado, que passam tão rápido por nós, cada um desses pontos, como se fosse um borrão.
"... a vida "agorista" tende a ser "apressada". A oportunidade que cada ponto pode conter vai segui-lo até o túmulo; para aquela oportunidade única não haverá "segunda chance".[...] A demora é o serial killer das oportunidades". (Zygmunt Bauman)
Antes se tratava de satisfação de necessidades; agora vivemos sob o ímpeto consumista de "adquirir e juntar", "descartar e substituir".
O consumo sempre esteve presente na história da humanidade, ele é essencial mesmo para nossa sobrevivência, porém algo mudou: A nossa vida está para o consumo, o que o consumo está para nossa vida.
"Na sociedade de produtores, a advertência que provavelmente se ouvia depois de um falso começo ou uma tentativa fracassada era "tente outra vez...", mas não na sociedade de consumidores. Aqui as ferramentas que falharam devem ser abandonadas, e não afiadas para serem utilizadas de novo..."
(Bauman)
Dessa vez devemos nos apressar, pois essa oportunidade já se foi. Vamos deixar pra trás e tentar algo novo. E isso, meu amigo, se aplica a tudo. Tudo agora é obsoleto, pois foi criado para assim ser. Tudo é descartável. Acostume-se com isso.
"Assim, quando os objetos dos desejos de ontem e os antigos investimentos da esperança quebram a promessa e deixam de proporcionar a esperada satisfação instantânea e completa, eles devem ser abandonados - junto com os relacionamentos que proporcionara um "bang" não tão "big" quanto se esperava."
(Bauman)
"... a vida "agorista" tende a ser "apressada". A oportunidade que cada ponto pode conter vai segui-lo até o túmulo; para aquela oportunidade única não haverá "segunda chance".[...] A demora é o serial killer das oportunidades". (Zygmunt Bauman)
Antes se tratava de satisfação de necessidades; agora vivemos sob o ímpeto consumista de "adquirir e juntar", "descartar e substituir".
O consumo sempre esteve presente na história da humanidade, ele é essencial mesmo para nossa sobrevivência, porém algo mudou: A nossa vida está para o consumo, o que o consumo está para nossa vida.
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| Imagem disponível em: http://matheusilustra.blogspot.com.br/2011_07_01_archive.html |
"Na sociedade de produtores, a advertência que provavelmente se ouvia depois de um falso começo ou uma tentativa fracassada era "tente outra vez...", mas não na sociedade de consumidores. Aqui as ferramentas que falharam devem ser abandonadas, e não afiadas para serem utilizadas de novo..."
(Bauman)
Dessa vez devemos nos apressar, pois essa oportunidade já se foi. Vamos deixar pra trás e tentar algo novo. E isso, meu amigo, se aplica a tudo. Tudo agora é obsoleto, pois foi criado para assim ser. Tudo é descartável. Acostume-se com isso.
"Assim, quando os objetos dos desejos de ontem e os antigos investimentos da esperança quebram a promessa e deixam de proporcionar a esperada satisfação instantânea e completa, eles devem ser abandonados - junto com os relacionamentos que proporcionara um "bang" não tão "big" quanto se esperava."
(Bauman)
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
História do Brasil - Parte 02
História do Brasil por Bóris Fausto, segunda parte, sobre o Império e a queda desse.
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